Gestão

Terceirização e a Profissionalização da Gestão

No cenário atual do empresariado no ramo de saúde, em que a maioria dos proprietários das pequenas e médias empresas como laboratórios de análises clínicas, laboratório anatomopatológicos, clínicas médicas, dentre outras, fazem a própria ou por seus familiares a gestão de seus negócios, o que representa 80% do total de empresas no Brasil.

Partindo da premissa de que esses profissionais possuam alta qualificação técnica no ramo de atuação escolhido, a falta de conhecimentos específicos sobre questões gerenciais, administrativa, financeira, marketing, de recursos humanos, contábil, etc, proporciona uma dificuldade no crescimento das empresas diante de seus concorrentes que possuem uma gestão mais profissional e muito mais competitiva.

Se a diferença entre essas empresas já era expressiva antes, com o advento do COVID-19, ficou mais claro para as empresas de gestão familiar que as mudanças são necessárias para que elas sobrevivam a este período conturbado e consigam se manter no mercado disputando seu espaço na conquista de novos clientes e prosseguir com sua empresa em evidência para os clientes já fidelizados.

A necessidade da profissionalização empresarial é observada já há algum tempo como sendo satisfatoriamente vantajosa, já que este processo é importante para proporcionar um maior controle sobre suas operações, melhoria da qualidade de seus produtos ou serviços, menor custo e menor tempo de produção e execução, otimização dos processos executáveis, busca por ferramentas que proporcione agilidade nas transferências de informações e dados, além de uma empresa mais enxuta e mais eficiente.

E a terceirização?

A terceirização já não é mais vista como um simples modismo, ou novo modelo de gestão que veio e está de passagem, sempre esteve presente na história empresarial.

Nas últimas décadas esse conceito cresceu e ganhou novas dimensões, permitindo que essas empresas redefinissem sua estratégia.

O conceito de terceirização segundo Delgado (2003) pode ser compreendido como a relação trilateral que permite a empresa tomadora de serviço descentralizar e intermediar suas atividades meio para empresas fornecedoras, pela utilização de mão de obra terceirizada (empregado terceirizado), o que pela ótica administrativa pode ser vista como instrumento facilitador para a viabilização da produção global da empresa.

A lei 13.429 aprovada em 2017 pelo presidente na época, Michel Temer, dá mais consistência na terceirização de serviços para atividades fim, o que possibilita uma amplitude na contratação de profissionais capacitados com redução de custos burocráticos.

Vale ressaltar a relevância do objeto principal do contrato terceirizado não constituir a atividade fim da contratante, sendo assim os serviços prestados partem do conceito de ser somente uma atividade “meio” da empresa.

Seja como for, em toda a terceirização o que se estabelece é uma relação contratual entre um principal (contratante) e seu agente (o contratado) na qual o segundo age em nome e por determinação do primeiro.

É importante ressaltar que, nos limites da definição de terceirização aqui adotada o agente contratado é constituído por uma organização formalmente independente da contratante.

Com a promulgação da lei 13.429/2017, os processos de terceirização se tornaram mais facilitados e proporcionam segurança jurídica para ambas as empresas, o que também proporciona às empresas contratantes a possibilidade de contratação de uma equipe multiprofissional com maior expertise nos processos propostos.

Uma solução a ser avaliada

A presença de empresas especializadas em processos de terceirização integrada, trazem propostas de atuação mais ampla com foco em setores individualizados trabalhados por uma equipe altamente capacitada para lhe auxiliar em outros processos da atividade, deixando o proprietário mais livre para executar atividades dentro da sua empresa as quais ele possua mais afinidade e qualificação.

Os setores os quais a terceirização integrada pode auxiliar as empresas familiares são:

  • Planejamento administrativo;
  • Gestão de estoque e materiais;
  • Planejamento de sazonalidade;
  • Gestão financeira;
  • Atendimento ao cliente;
  • Gestão da qualidade;
  • Gestão de pessoas;
  • Otimização e automação de processos;

Onde encontrar

Se para você proprietário de uma empresa de saúde, se depara com uma situação a qual é necessário dividir sua atenção entre os setores técnicos, verificação dos processos receptivos e atendimento ao cliente, compra de insumos, administração do faturamento da empresa, verificação de questões burocráticas e outros afazeres, tenho uma ótima dica para te dar:

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Por Luciano Simões
Biomédico, Auditor, Consultor em gestão da qualidade e estatística empresarial, Gestor da qualidade em saúde

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